Só políticos temem má reputação.
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“ A justiça do íntegro endireita o seu caminho, mas pela sua impiedade cai o perverso.”
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Um homem segundo o coração de Deus adultera? Dissimula? Assassina? Tenta enganar Deus e o seu profeta? A resposta já sabemos; é sim. Davi rei de Israel tomando “providências” para garantir sua reputação pública, arquitetou, e levou a cabo, planos para silenciar a verdade sobre seus atos, e manter uma imagem de homem bom, justo, fiel… É sempre assim, seja em qualquer tempo da história, políticos lutam por reputação, eles precisam transparecer clareza, honestidade, verdade, seriedade e uma vida exemplar, mesmo que fingidamente. Na vida política não há reputação pública sem a hipocrisia. Davi entrou neste abismo, que o levo a outro (adultério) e a outro (assassinato) e a outro (tapar o sol com peneira). Natã o profeta foi mandado por Deus para lembrar a Davi: Davi, Deus você não engana! [Cf: 2 Sm 12.1-7] Davi não estava no trono por causa do voto democrático do povo, ele não apresentou um projeto de gestão extraordinário para governar Israel. Não, ele foi eleito longe dos palanques, ainda jovem quando pastorava as ovelhas de seu pai. Ele foi achado por Deus [Cf:1 Sm 13.14], recebeu o testemunho do próprio Deus de: um homem que me agrada. [Cf:1 Sm 13.14] Sua coragem, sua sinceridade, seu comprometimento com o Deus de Israel, que só Deus conhecia foi o motivo da sua eleição teocrática. A pesar de assumir uma posição política, Davi não era um; Deus o escolheu para essa posição justamente por isso. Queria um homem justo, fiel e temente a Ele no trono. Davi começou bem, mas por um momento deixou ser levado pelo comportamento hipócrita, justamente o oposto do ele era, fez o que fez, e tentou encobrir. Na vida cristã se nos preocuparmos com a reputação que temos com as pessoas, seremos verdadeiros hipócritas de carteirinha, é uma vida de arrependimento e conversão sem fim até o Senhor Jesus Cristo resolver nos tirar da terra ou nos arrebatar. Não somos políticos para encobrirmos nossos detritos, pecados, faltas e embaraços. Eles devem ser todos confessados e abandonados. O menor desvio deve ser consertado, antes que nos direcione ao medo da má reputação.








